Roteiro de 6 dias em Roma, incluindo Vaticano – Parte 1

Desde a minha adolescência eu sou apaixonado pela história do Império Romano e da Igreja Católica, embora eu não seja católico. Por consequência, meu maior sonho era viajar para Roma, e por tabela ao Vaticano, justamente por ter sido o centro político e social dessa civilização incrível.

Em virtude dessa minha paixão pela cidade, alerto que esse roteiro será mais extenso, dividido em partes, pois mesmo após conhecer vários outros países e cidades, inclusive pela Europa, a bela Roma continua sendo a minha cidade favorita.

Também ressalto que reservei 6 dias na cidade em razão de interesse pessoal, por querer explorar cada atração com bastante calma e sem pressa. Mas uma estadia de 4 dias é suficiente para conhecer o mais importante!

Então vamos lá. Eu nunca tinha saído do Brasil, nem mesmo para os nossos vizinhos da América Latina. Mas com muita coragem e ansiedade, em 21 de novembro de 2017, às 14h50, lá estava eu no Aeroporto Internacional de Guarulhos embarcando no voo AZ675 da Alitalia, com destino a Roma.

Desembarcamos no Aeroporto Fiumicino (Leonardo da Vinci) às 07h15 do dia seguinte, em um voo que foi muito confortável e engraçado (nas poltronas ao redor da que eu estava sentado tinham várias senhoras viajando em uma excursão, que eram muito fofas), o que aliviou um pouco a tensão da primeira viagem.

Mas a tensão voltou com carga total no momento mais temido para quem realiza a primeira viagem internacional: a temida imigração.

Que nada! Após uma fila de uns 10 minutos, cheguei no oficial de imigração que misturando inglês e italiano perguntou para onde eu iria, quantos dias ficaria na Itália e pediu apenas para ver o bilhete aéreo de retorno. Passaporte devidamente carimbado, seguido de um “Benvenuto in Itália!” e eu não acreditava: estava em Roma começando a realização de um sonho!

Como relatei em outro post, o Aeroporto de Roma que recebe voos de longa distância fica bem longe do centro da cidade, exigindo deslocamento de mais de 40 km. Optei por embarcar em ônibus executivo, que me deixou na estação central de trem Roma Termini, localizada na região em que fica a maioria dos hotéis.

Nesse ponto, faço um alerta: a hospedagem em Roma é bastante cara, mesmo para os padrões europeus!

Por ser a maior cidade da Itália e depender, basicamente, da exploração econômica do turismo, Roma tem uma ampla rede de hotéis, o que não implica necessariamente em diárias mais baratas. Ainda, a maior parte da rede hoteleira é composta por estabelecimentos antigos, velhos ou maltratados, então precisa de muita pesquisa no momento de reservar (quem te rinite, assim como eu, se prepare para ver vários hotéis com carpetes antigos que só de ver o nariz já começa a coçar).

No meu planejamento optei por me hospedar no quarto privado de um hostel, que fica localizado a cerca de 800 metros da estação central Roma Termini e bem perto da Estação Cavour do metrô, chamado New Generation Hostel Santa Maria Maggiore. Além de ter sido um estabelecimento reformado recentemente, ele tinha na recepção o famoso Giuseppe, um senhor extremamente simpático que morou vários anos no Brasil e que dominava a língua portuguesa. Como se não bastasse, esse hostel também fica bem próximo do Coliseu, a uma caminhada de uns 10 minutos apenas. Então vale muito a pena!

New Generation Hostel Santa Maria Maggiore / Booking.com

Roma é um verdadeiro museu a céu aberto e isso não é clichê! Em cada esquina, praça ou viela você se depara com vestígios da era imperial. Além disso, as atrações são próximas umas das outras, além de o transporte público ser bastante eficiente.

Por isso a melhor forma de conhecer Roma é andando a pé, principalmente por ser uma cidade plana. Imagina ficar se deslocando de metrô dentro de um túnel subterrâneo enquanto acima tem esse verdadeiro museu a céu aberto? Na minha estadia na cidade eu utilizei o metrô apenas para ir até o Vaticano, que fica mais distante da região central.

O metrô de Roma é excelente, com frequência de 3 a 5 minutos e quase sempre não estava cheio. Para comprar os tickets, existem várias opções: máquinas automáticas, guichês, bancas de jornal ou tabacarias (aliás, outra observação: os italianos fumam muuuuuuuito!). Eu recomendo comprar nas máquinas, que além de ser mais rápido, não têm muito segredo: seleciona o seu ticket, insere as moedas e abaixo cai o ticket (e eventual troco). Existem alguns tipos de bilhetes: unitário, diário, 3 dias, semanal, mensal e anual, mas nas vezes em que utilizei acabei optando pelo ticket unitário, que custava € 1,50 o trecho e era válido por 100 minutos. Diferente de outras cidades europeias, no metrô de Roma você precisa inserir o bilhete na catraca para liberá-la, devendo guardar o bilhete até o final da viagem, porque para sair precisa inseri-lo novamente na catraca.

Atualmente eu não tenho muitas informações a respeito do Uber na cidade, pois na minha viagem de 2017 lembro que o aplicativo estava proibido na Itália. Mas pelo que leio na internet, ainda continua sendo problemática a relação do aplicativo com a legislação italiana, de tal sorte que na maioria das simulações o valor da corrida no Uber fica igual ao valor de táxi.

Dica: para evitar constantes deslocamentos pela cidade, e perca de tempo, é importante que no seu roteiro você coloque atrações próximas umas das outras, para que possa se deslocar caminhando. Então, por exemplo, se no primeiro dia de viagem você colocar Coliseu e depois Vaticano, terá que usar transporte e atravessar toda a cidade para chegar de um lugar ao outro.

O segredo é abrir o Google Mapas e montar o seu roteiro colocando em cada dia de estadia as atrações que são mais próximas entre si, para não ficar rodando pela cidade inteira sem necessidade, o que além de fazer perder tempo, te deixará cansado com os deslocamentos.

Por fim, alerto que Roma é uma cidade extremamente quente, parece que não venta naquele lugar! Realizei essa viagem no mês de setembro, que é início do outono na Europa. Mas na Itália estava um calor danado, um sol para cada um, como diz o ditado.

Então outra dica essencial: para passear por Roma em dias quentes é fundamental levar consigo óculos de sol, protetor solar e uma garrafinha de água!

Há um diferencial muito bacana em Roma, que são as centenas de fontes espalhadas pela cidade com água potável. Então basta levar sua garrafinha e ir enchendo nas fontes conforme a necessidade, pois por incrível que pareça a água é límpida. Você irá presenciar várias pessoas fazendo isso pela cidade.


Dia 1 – Basílica de Santa Maria Maggiore, Fontana di Trevi, Panteão, Templo de Adriano e Praça Navona

Após realizar o check-in no hostel e tomar um banho, já era hora de sair para começar a explorar a cidade. Como iria sair por volta das 14h30, decidi colocar no roteiro os locais mais próximos do hostel porque sabia que retornaria bem tarde, pois eu AMO conhecer as cidades durante a noite!

Saindo do hostel fomos para a Basílica de Santa Maria Maggiore, que é uma das quatro grandes basílicas da cidade (também chamadas de Igrejas Patriarcais). Construída no século V, essa igreja mistura os estilos renascentista e barroco.

No seu interior, a basílica conta com lindos mosaicos, um belo arco central e o chão em cosmatesco, além do seu teto incrível projetado por Giuliano San Gallo em caixotes de madeira dourada. Além disso, na Basílica de Santa Maria Maggiore que foi realizado o funeral e está enterrado o famoso escultor Gian Lorenzo Bernini, ou simplesmente Bernini.

Basílica de Santa Maria Maggiore
Interior da Basílica de Santa Maria Maggiore
Mosaicos no interior da Basílica de Santa Maria Maggiore

Saindo da igreja, caminhamos até a Fontana di Trevi. Uma visita a Roma não seria completa sem conhecer a sua fonte mais majestosa. Mas não vá achando que é só chegar na Fontana, se acomodar e tirar boas fotos a partir de vários ângulos. Nada disso! O entorno da fonte é abarrotado de gente a maior parte do dia, além dos guardinhas que ficam apitando irritantemente para quem senta nas beiradas da fonte, o que é proibido.

Conseguir um bom ângulo para fotos exige paciência, sem esquecer-se de jogar a moeda na fonte para que possa retornar a Roma (e a segunda moeda traz o amor eterno, dizem). Ficamos na Fontana até o fim da tarde, pois aproveitamos para comer pizza no local.

Fontana di Trevi
A famosa superstição de jogar a moeda na Fontana
A Fontana di Trevi lotada até durante a noite

Já de noite, fomos até o Panteão. Para quem não sabe, o Panteão romano também é uma igreja católica, embora tenha sido construído para ser um templo dedicado aos deuses romanos. Como era de noite, estava fechado, mas pudemos apreciar o seu lado externo e a bela Piazza della Rotonda que fica em frente. Voltaria durante o dia para visitar o seu interior.

Detalhe da Piazza della Rotonda
Pantheon

Caminhamos uns 5 minutos e chegamos ao Templo de Adriano, construído no ano 138 e que atualmente ostenta a sua fachada com 11 das 38 colunas originais. Nas colunas ainda é possível observar os orifícios de fixação do revestimento em mármore que ornava a estrutura original.

Templo de Adriano

Por fim, caminhamos até a famosa Praça Navona, que é bastante movimentada de noite. Visitar as suas incríveis fontes durante a noite realça a sua beleza, principalmente a Fonte dos Quatro Rios. A “Fontana dei Quattro Fiumi” foi esculpida em estilo barroco por Bernini e representa os rios mais importantes daquela época: Nilo (com a cabeça coberta por um tecido), Danúbio (com os braços para cima), Ganges (com o remo) e Rio da Prata (com a moringa).

Fonte dos Quatro Rios / Piazza Navona

Retornamos ao hostel, comemos pizza novamente no trajeto e precisávamos descansar porque o dia seguinte seria bastante corrido.


Dia 2 – Igreja de San Pietro in Vincoli, Coliseu, Arco de Constantino, Foro Romano, Prisão Mamertina e Monumento a Vittorio Emanuele II

O segundo dia em Roma começou bem cedo. Levantamos às 07h00, tomamos banho, o café da manhã foi em uma cafeteria próxima ao hostel e arrumamos a mochila pra sair, porque o dia seria bem longo.

Lembrando os itens essenciais na mochila para os dias quentes de Roma: óculos de sol, protetor solar e uma garrafinha de água!

Caminhando em direção ao Coliseu passamos na Igreja de San Pietro in Vincoli (São Pedro Acorrentado), que fica a poucos metros de distância da estação Cavour do metrô. Essa igreja tem uma fachada bem discreta, que mal parece ter uma basílica no local. O seu teto, do século XVIII, é decorado com um afresco chamado Milagre das Correntes. Mas por que será esse nome? O interior dessa igreja guarda duas grandes surpresas: a intenção de visitá-la era conhecer o famoso Moisés de Michelangelo, que é a estátua que decora o túmulo de um Papa. Mas para minha surpresa, no seu interior também estão as supostas correntes que prenderam o Apóstolo Pedro em Jerusalém e em Roma.

Reza a lenda que a imperatriz Eudóxia presenteou o Papa Leão I com as correntes, que em 432 mandou erguer uma igreja para guardar a relíquia, que a partir de então passou a atrair multidões.

Igreja de San Pietro in Vincoli
Correntes que prenderam o Apóstolo Pedro

Mas a grande atração dessa igreja é o Moisés esculpido por Michelangelo, considerado como uma das obras-primas do artista. Michelangelo trabalhou nessa obra entre os anos de 1513 e 1515, para abrigar o túmulo do Papa Júlio II. A obra foi idealizada pelo artista para ter efeitos mais claros ou escuros ao longo do dia, a depender da iluminação natural que entrava na igreja e destacava os seus efeitos de profundidade, coisa de gênio! O dito popular em Roma diz que o próprio Michelangelo ao terminar a obra ficou tão impressionado com a sua perfeição que teria batido o martelo nela e falado “parla Moisés”!

Moisés de Michelangelo

Essa igreja tem a entrada gratuita, e de abril a setembro funciona das 8h às 12h30 e das 15h às 19h, enquanto de outubro a março permanece aberta das 8h às 12h30 e das 15h às 18h.

Deixamos essa igreja incrível e seguimos em direção ao grandioso Coliseu! Talvez não seja exagero dizer que o Coliseu é o maior símbolo do país, pois é o primeiro monumento que vem à cabeça quando pensamos em Itália. Por esta razão que nenhuma visita a Roma será completa sem se conhecer o Coliseu, que é parada obrigatória para os turistas. Além disso, é um dos monumentos mais bem conservados da cidade.

Não dá pra descrever aqui toda a importância história do Coliseu, senão o post ficaria enorme. Mas ir caminhando pela rua e de repente dar de cara com essa imensa construção histórica é uma sensação surreal! Sem contar a sua altura, pois é muito mais alto do que eu julgava pelas fotos. E a imaginação vai longe recriando todos os jogos que aconteceram naquele lugar que chegava a reunir até 50 mil pessoas, sem contar que até batalha naval e animais selvagens eram levados para o seu interior (por mais que seja uma memória da barbárie humana, pois o público se deliciava em assistir pessoas se digladiando, literalmente, não ofusca a grandeza que foi o Império Romano no seu auge).

Dentro do Coliseu existe um pequeno museu com itens históricos encontrados nas suas obras de conservação, maquetes, vídeos e fotografias. Separe, no mínimo, 1 hora e meia de visita só para o Coliseu.

Coliseu Romano

Dica: gente, essa dica é praticamente obrigatória! O Coliseu certamente deve ser a atração mais visitada em Roma, e por isso tem filas gigantescas, que demoram horas! Imagina ficar plantado numa fila, queimando no sol e perdendo seu precioso tempo de férias? Então ainda no Brasil, entre no site oficial da Sociedade Cooperativa de Cultura e compre seu ingresso online, leve impresso (eles tem app, mas sempre é bom levar uma segunda alternativa para eventuais imprevistos), vá direto para as catracas que leem o seu QR Code e pronto, estará dentro do Coliseu.

E o melhor de tudo: esse ingresso é valido tanto para o Coliseu quanto para o Foro Romano e Palatino! Tendo em vista que o Foro Romano fica em frente ao Coliseu e a visita provavelmente incluirá ambos no mesmo dia, essa modalidade de ingresso é perfeita. Mas também vale lembrar que no primeiro domingo do mês o acesso ao Coliseu é gratuito, o que pode gerar filas inevitáveis.

Em 2017, eu paguei o valor de € 14 e o ticket era válido por 2 dias, para uma entrada no Coliseu e uma entrada no Foro Romano. Na data deste post, consultando o site oficial percebi que houve uma alteração na política de acesso, que agora é de 24 horas para acessar o Coliseu e o Foro Romano, pelo valor de € 16. Mas também percebi outra novidade: um ticket reduzido para acesso apenas de tarde, a partir das 14h até o horário de fechamento, pelo valor de € 9,50, o que vale muito a pena!

Interior do Coliseu

O Coliseu permanece aberto todos dias, mas seus horários de funcionamento são bastante variados. Sempre começam às 08h30 e seguem até 1 hora antes do por do sol, o que varia conforme a época do ano. Então sempre confira o horário com antecedência! Também há tour noturno no seu interior, mas precisa ser com horário marcado previamente.

Em frente ao Coliseu está o Arco de Constantino, que foi construído no ano de 315, três anos após a vitória de Constantino sobre o imperador Maxêncio, conquista que fez extinguir o regime de quatro governantes imperiais, passando Constantino a governar os vastos territórios romanos como único imperador.

Arco de Constantino

Aproveitamos um pouco de sombra em frente do Coliseu e sentamos em uma pequena área verde para descansar, tomar água e comprar algo para comer. Renovado o protetor solar, seguimos para o Foro Romano e Palatino.

Usamos o mesmo ingresso do Coliseu. Havia uma pequena fila, mais por conta dos procedimentos de segurança (há máquinas de raio-x em praticamente todas as atrações turísticas, então é bom evitar equipamentos metálicos nas mochilas). E se prepare: uma visita bem feita ao Foro Romano demora cerca de 3 horas!

Foro Romano / Palatino
Foro Romano com detalhe do Coliseu ao fundo
Ruínas do Templo de Saturno

O Foro Romano era o centro de poder do Império Romano. Nas ruínas que hoje encontramos estão os vestígios de uma poderosa civilização que influenciou decisivamente o mundo ocidental. No local estavam instalados o Fórum de César, de Augusto e de Trajano, conhecidos em seu conjunto como “Fori Imperiali”, o Templo de Vênus, a Basílica de Maxêncio, dentre várias outras importantes instalações.

Templo de Vênus visto a partir do Coliseu
Casa das Virgens Vestais / Foro Romano

Para quem é apaixonado por história, e mais ainda pelo Império Romano, a visita ao Foro Romano leva ao êxtase, por ver e tocar todas aquelas ruínas que um dia foram o centro do maior império do mundo. Não dá para descrever todos os detalhes da visita aqui, mas com certeza é parada obrigatória para quem passa por Roma.

Logo na saída do Foro Romano, em um prédio bem discreto que até tive certa dificuldade em localizar pelo GPS, está a denominada Prisão Mamertina. Segundo a tradição, foi nesse local que os Apóstolos Pedro e Paulo ficaram presos durante 9 meses, oportunidade na qual Pedro conseguiu converter seus carcereiros ao Cristianismo. É um lugar muito emocionante de se conhecer e que impõe reflexão, principalmente porque a visita relembra os tempos de perseguição romana aos cristãos.

As instalações são bastante conservadas e antes da prisão em si, que fica no subterrâneo, há um pequeno museu no início da visita. A entrada não está incluída no ticket do Foro Romano, devendo ser comprado outro ticket exclusivo para a prisão, que em 2017 eu paguei € 10. A visita não demora mais do que 30 minutos, porque o espaço é pequeno. O horário de funcionamento é de segunda a domingo, das 8h30 às 16h30.

Prisão Mamertina
Carcer Tullianum Museo

Já partindo para o final da tarde, seguimos andando até o grandioso Monumento a Vittorio Emanuele II, outra instalação clássica quando nos lembramos de Roma e que também é conhecida como Altar da Pátria. Localizado na Praça Veneza, precisa tomar muito cuidado ao atravessar as ruas porque o trânsito é bastante confuso, típico dos italianos.

Esse imponente monumento foi construído em 1878 em homenagem a Vittorio Emanuelle II, o primeiro rei da Itália. A sua estrutura é linda, com uma grande escadaria e estátuas enormes, dentre elas a estátua equestre em comemoração aos 50 anos de unificação da Itália. Há um museu no local, mas não entramos porque já estávamos cansados depois de enfrentar o Foro Romano embaixo de sol quente.

Monumento a Vittorio Emanuele II / Altar da Pátria

Voltamos ao hostel para tomar um merecido banho, descansar e de noite sair para jantar e conhecer a noite romana. Como o Coliseu era muito próximo do hostel, jantamos por perto e fomos visitá-lo de noite. E como era um sábado, havia uma rua bem movimentada próxima ao Coliseu, em que paramos para experimentar as cervejas italianas e conhecer alguns bares.

Visita noturna ao Coliseu
Noite de sábado em Roma

Encerro aqui essa primeira parte do meu roteiro em Roma, para evitar que fique muito longo e desanime os leitores. E espero que seja bastante útil a quem esteja planejando uma viagem para a cidade eterna!

Agora que você conhece as principais atrações turísticas de Roma, pode montar o seu roteiro da forma que melhor atenda as suas necessidades.


Se você gostou desse post ou conhece alguma dessas atrações, compartilhe sua experiência comigo e outros viajantes nos comentários.

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